quarta-feira, janeiro 03, 2007

Pensa assim:
nem tudo é mau, não estou a ver onde, mas....


...e pensar que ele já lhe cantara baladas, mesmo sem os dois darem por isso.
...e pensar que ela até gostou de ouvir, ou pelo menos pareceu gostar.
Confuso... talvez a melhor palavra para identificar o mal que o corroía, naquele momento. Sem saber que passo dar, mas sabendo que o passo que daria sería o errado. Como habitualmente.
Indeciso... também. Sabe que não pode esperar que as coisas lhe caiam no colo, porque nunca acontecem por si só. Mas espera. Fica à espera de algo que nunca acontece.
O toque daquelas mãos nas suas levou-o a lugares onde nunca tinha estado. Guiaram-no por longos caminhos que nunca tinha trilhado. E onde é que vira? Onde é que pára? Onde é que fica, ficou ou ficaram? Pararam ou não? Ou só parou ele? E ela deixou-se estar ou continuou? Nem ele deu conta, nem ela lhe deu conta a ele.
Digamos que ficou assim... sem que ele saiba o que quer que seja.

E se nem ele sabe, como posso eu tentar escrever?




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