domingo, maio 28, 2006

Absurdo... eu sei


O processo de auto-destruição, ao qual dei início este fim-de-semana, chegou ao seu final sem que se atingisse o objectivo... mais um fracasso, a somar a tantos outros.
O teu olhar - inconsciente força motríz que despoletou este processo - é também combustivel de emoções contraditórias em mim, forçando a minha mão a parar, a não querer testar estes limites que me tinha proposto a fazer.
És única no mundo... como afinal o é tanta gente. Mas a diferença está aí... és tu.
És dor na minha solidão e alegria da minha companhia. És escuridão na tua ausência e luz na minha presença. És desespero na minha ignorancia e clarividencia das minhas buscas.

És a habitante incondicional da minha casa de sonhos, onde planto todas as minhas loucuras, onde me perco nas horas vagas, onde semeio a tua imagem vezes sem conta.
És o rumo nos caminhos retorcidos que traço no mapa do meu próprio conhecimento. O ponto de origem no horizonte invisível, onde nascem os arco-íris. A quimera do ouro que obriga a escrever páginas da história de uma humanidade, na sua procura. Um santo graal imaginário que habita na fantasia de cada louco... ou afortunado.




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