segunda-feira, janeiro 08, 2007

Não respondas, tu sem nome pronunciável... não precisas...
e sei que não queres


Para quê dizer que algum dia escrevi sobre ti ou a pensar em ti? De que me serviria isso ou que diferença faría? Nenhuma, eu sei.
Nem faria qualquer sentido dizê-lo com que palavras fosse, porque apenas me trariam uma coisa e não a quero... não quero a tua pena, nunca quis. Quis sempre mais, muito mais.
Quis sempre mais do que aquilo que alguma vez me pudeste dar, tu ou outra pessoa qualquer. Por isso não levo a mal, nem a ti nem a ninguem que me tenha feito passar pela mesma situação.
Infelizmente é mesmo assim, é a condição humana que dita as leis, a mesma condição humana que te leva a distanciar de mim...
... a mesma que me leva a pensar que algum dia poderei vir a ser feliz.

Abram as garrafas de champanhe e celebrem, enquanto podem.
Eu... eu não preciso beber nada, neste instante. Porque estou aqui, onde ninguem me encontra, onde ninguem me alcança por mais que eu queira.




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