segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Conclusões inquisitoriais

Este post era para ser diferente, mas como não consegui (ainda) encontrar/colocar online a musica que quero por a rodar por aqui, o post vai ter de ser mesmo assim, para não ficarem a pensar que fiquei indiferente ou que me aconteceu alguma coisinha ruim.

Agradeço a participação nos inquéritos anteriores.
Foram um completo fracasso… ou melhor, as reacções não foram propriamente as esperadas. Tenho também de dizer que o processo estava meio inquinado, logo à partida. Não fiz qualquer referência, por exemplo, a uma rosa vermelha que seria obrigatória, no momento do discurso da pobre criatura desprovida de talento. Entre outras falhas claras no texto. De qualquer maneira seria sempre difícil de criar a envolvência ou ambiente que se adequasse mais a uma possível realidade.


E quando digo que o inquérito foi um fracasso, isso deve-se ao facto das pessoas que responderam terem invertido (na maioria) o sentido das respostas. O esperado era mesmo que na 1ª parte do inquérito fugissem um bocado às opções apresentadas e divagassem por outros caminhos – que chegaram a aflorar, nas respostas à 2ª parte do inquérito.


E no fundo não se tratava tanto de responder à resposta a) ou b), mas sim ver quantas pessoas faziam precisamente o que referi no parágrafo anterior, pela ordem esperada - que não aconteceu. A 2ª parte do inquérito, se tivessem correspondido às expectativas, era para fazer ver às pessoas como elas fugiam à resposta, coisa que não aconteceu assim por aí além.

E por isso tenho de vos dar os parabéns.
É a tal capacidade de surpreeder pela positiva, que falta a alguns seres que se fazem rastejar por este planeta.




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