terça-feira, janeiro 09, 2007

Carta anónima endereçada a si próprio


Olá.
Sei que não me conheces... ninguém se conhece a si próprio o suficiente para o afirmar com toda a certeza.
Mas tenho vindo a ver como passas o teu tempo e a tua vida e cheguei a um ponto em que sinto necessidade de dizer alguma coisa.

Sei que quase a totalidade do que se passa contigo é por culpa directa e exclusivamente minha, mas garanto-te que não foi com intenção. Nunca foi vontade minha de magoar-te ou fazer-te sentir mal.
Deves perceber que sempre quis o melhor para ti... e por conseguinte, para nós. Se fiz escolhas erradas, foi sempre pensando que eram as escolhas correctas e as que te fariam o mais feliz possivel, vejo agora que não era assim tão fácil. A felicidade é muito complicada e dificil de se atingir.
Não se pode dizer que não tenha tentado. Simplesmente as coisas nem sempre correm pelo melhor, ou como se quer.

Esta carta que te escrevo esta noite, e que encontrarás amanhã de manhã na tua mesa de cabeceira ao acordar, é um pedido de desculpas que fazes a ti próprio. Desculpa se me magoei - como já disse, foi sempre com a melhor das intenções.
Aproveito também para te dizer que ainda não desisti de ti, de mim ou de nós. Vou continuar a tentar fazer tudo o que está ao meu alcance para que as coisas corram melhor, a partir de agora, tal como sempre tentei. Espero que com melhores resultados.
Estou por cá, sempre que precisares... basta falares contigo próprio... para falares comigo.

Um abraço, de ti para ti ou de mim para mim, se preferires assim.


Mais um pedaço de lixo saído directamente da imaginação lunática de alguém que não tem nada melhor que fazer a não ser perder tempo com parvoíces...




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