quinta-feira, abril 26, 2007

O que é demais não presta

Realmente eu devo ser mesmo "demasiado demais"...


O que nunca se perde (que me faz sentir pequeno)

Quis fazer de ti poesia viva, sonho ardente nos limites do irreal,
aurora luz da meia noite e vulcão a explodir sem igual.
Quis ser pintor de fantasias que cria em ti um sortido
de telas onde se perdem os dias e o tempo deixa de fazer sentido.
Provei o travo amargo dos pecados e o doce eterno dos teus beijos
que enviei em mil recados, repletos de amor, delicias, desejos.
Quis fazer de ti a princesa do meu reino só meu, minha solidão.
Quis prender a mim tua beleza sem saber que seria em vão.
Fiz de ti o pesadelo eterno do meu ser, a fonte da vida que não me deixa viver
e ao mesmo tempo a foice do demonio que de noite me impede de morrer.


..............Nelson Gonçalves (26/04/2007)




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