quarta-feira, maio 23, 2007

The torns that keep me bleeding



Nos ultimos tempos tenho reparado numa coisa:
já não passo tanto tempo a pensar em ti.
Já lá vai o tempo em que passava o tempo todo
a pensar no que estarias a fazer ou com quem estarias,
durante as alturas em que não faria ideia sobre o teu paradeiro.
Por vezes imaginava-te numa esplanada a ler um livro qualquer,
na calma e quietude que o anonimato oferece,
enquanto estranhos e desconhecidos passavam por ti
sem dar conta da tua perfeição.
Por vezes pensava-te sentada no sofá da tua casa,
a ouvir um qualquer disco de alguma das tuas bandas preferidas,
enquanto relaxavas ao sabor de um chá ou de um café.
Outras vezes ainda, nas alturas mais sombrias
em que a solidão, o desalento e o desanimo tomavam conta de mim,
imaginava-te acompanhada por alguem... que não eu.
Agora... agora a solidão, o desalento e o desanimo
fizeram-se oxigenio que faz parte da vida.

Já lá vai o tempo em que passava o tempo todo a pensar em ti...
agora apenas o faço 24 horas por dia.




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