segunda-feira, junho 04, 2007

Se não perguntares, nunca te responderão...?


Não, não sou eu... podem querer apontar-me o dedo incriminatório que não me entrego.
Não sou eu quem escreve assim. Em tempos passados talvez fosse capaz, mas hoje em dia já não o consigo fazer. Falta-me o sangue a fervilhar nas veias... falta-me o ar a rarear nos pulmões e a luta por uma réstea de oxigénio a que isso obriga... falta-me o delirio dos sonhos inabitaveis onde tudo pode acontecer, falta-me a ansiedade que tenta pressentir um toque que se antevê a todos os instantes... mas acima de tudo falta-me um coração a acelerar feito louco frenético, a querer saltar deste peito inóspito e tentar conquistar lugares que nunca lhe estiveram destinados...
É isso... falta-me coração.
Falta-me e sempre me faltou... coração.




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